PHP + MySQL + Apache + SMTP. Tudo em um pen drive!
Se você precisa de um servidor web para rodar em seu trabalho, facudade ou em qualquer outro lugar. Ou até mesmo em sua máquina sem ter muito trabalho para instalar os programas individualmente, um otimo programa pra isso é o Usb Webserver.
O programa já vem com todos os aplicativos configurados, só precisara verificar se as portas que eles utilizam estão liberadas.
Ele também já vem com o PhpMyAdmin, para você administrar o MySQL.
Atualmente está em sua versão 7, onde já vem com o PHP5, para fazar o download visite http://www.usbwebserver.com/download.php
O que é jQuery?
jQuery é uma poderosa biblioteca JavaScript criada para simplificar a criação de efeitos visuais e de interatividade em web sites. Esta ferramenta propicia a criação de scripts de uma forma tão simples e intuitiva que consegue com meia dúzia de linhas os mesmos efeitos de um script de 30 a 40 linhas desenvolvido com JavaScript tradicional.
jQuery foi criado por John Resig, no intuito de simplificar o desenvolvimento de scripts de maneira rápida e concisa. O jQuery ajuda os desenvolvedores a se concentrarem na lógica dos sistemas da web e não nos problemas de incompatibilidade dos navegadores atuais. Isto ocorre através de: manipulação de eventos, animações, interações Ajax e para a manipulação do DOM.
Atualmente este framework está na versão 1.3.2 e pode ser utilizada em 2 formatos: Compressed em Gzip sem comentários com apenas 19 KB e a versão para desenvolvimento em que o código está editado e devidamente comentado, indicada para uso durante o desenvolvimento, com 120KB.
O jQuery está se tornando a biblioteca JavaScript mais popular dos últimos tempos, isto é fato, até a Microsoft irá utilizá-la no .NET futuramente.
O Framework jQuery
No mercado de trabalho atual, o JavaScript é uma das linguagem mais utilizadas no desenvolvimento web e está disponível como software livre e aberto, sob as licenças MIT e GPL. Ou seja, pode-se usar a biblioteca gratuitamente tanto em desenvolvimento de projetos pessoais como comerciais.
As principais vantagens do uso de jQuery sobre JavaScript tradicional são:
- Acesso direto a qualquer componente do DOM, ou seja, não há necessidade de várias linhas de código para acessar determinados pontos no DOM.
- O uso de regras de estilo não sofre qualquer tipo de limitação devido às inconsistências dos navegadores. Mesmo os seletores CSS3 podem ser usados sem qualquer restrição.
Implementação segura de recursos do CSS1, CSS2 e CSS3.
- Manipulação de conteúdos, sem limitações, com algumas poucas linhas de código.
- Suporte para toda a gama de eventos de interação com o usuário sem limitações impostas pelos navegadores.
- Possibilidade de inserir uma grande variedade de efeitos de animação com uma simples linha de código.
- Uso simplificado e sem restrições com AJAX e linguagens de programação, como PHP e ASP.
- Simplificação na criação de scripts.
- Emprego cross-browser.
- Resolução da incompatibilidade entre os navegadores.
- Redução de código.
- Reutilização do código através de plugins.
- Utilização de uma vasta quantidade de plugins criados por outros desenvolvedores.
Centralizando textos e imagens com CSS
div.example {
border: #603 dotted;
padding: 0.5em;
margin: 1em 2em
}
p.blocktext {
margin: 1em auto;
width: 8em;
text-align: left
}
img.displayed {
display: block;
margin-left: auto;
margin-right: auto
}
div.container {
height: 10em;
display: table-cell;
vertical-align: middle
}
div.container p {
margin: 0
}
pre { width:510px}
Centralizar coisas
Uma tarefa comum no CSS é centar texto ou imagens. De fato, existem três tipos de centros:
Centralizar linhas de texto
O mais comum e fácil tipo de centro são as linhas de texto num parágrafo ou num cabeçalho. CSS tem a propriedade ‘alinhar- texto’ para isso:
P { text-align: center }
H2 { text-align: center }
torna cada linha num P ou num H2 centralizado entre as suas margens, como este:
As linhas neste parágrafo estão todas centradas entre as margens do parágrafo, graças ao valor ‘centro’ da propriedade ‘alinhar-texto’ do CSS.
Centralizar um bloco ou uma imagem
Às vezes não é o texto que precisa de ser centralizado, mas o bloco como um todo. Por outras palavras: queremos que a margens esquerda e direita sejam iguais. A maneira para fazer isso é defenir as margens para ‘auto’. Isto é normalmente usado com um bloco fixo de medidas porque se o bloco é flexível irá simplesmente ocupar todas as medidas disponíveis. Aqui está um exemplo:
P.blocktext {
margin-left: auto;
margin-right: auto;
width: 6em
}
Este bloco de texto estreito está centralizado. Repara que as linhas dentro do bloco não estão centradas (estão alinhadas à esquerda), ao contrário do exemplo anterior.
Este também é o método para Centralizar uma imagem: transforma-a num bloco com a sua própria margem a aplica-lhe as propriedades. Por exemplo:
IMG.displayed {
display: block;
margin-left: auto;
margin-right: auto }
A imagem seguinte está centrada:
Centralizar verticalmente
CSS nível 2 não tem a propriedade de Centralizar coisas verticalmente. Irá provavelmente existir essa propriedade no CSS nível 3. Mas mesmo no CSS2 pode Centralizar blocos verticalmente combinando umas quantas propriedasdes. O truque é especificar que o bloco exterior está a ser formado como uma célula de uma tabela porque os conteúdos de uma célula de tabela podem ser centralizado verticalmente.
O exemplo em baixo centra um parágrafo dentro de um bloco que tem uma determinada altura. Um exemplo em separado mostra um parágrafo que está centralizado verticalmente na janela do navegador porque está dentro de um bloco que é absolutamente posicionado e tão alto como a janela.
DIV.container {
min-height: 10em;
display: table-cell;
vertical-align: middle }
O parágrafo pequeno está verticalmente centralizado.
code.jquery.com será movido para o Google AJAX APIs
De de 10 à 20 de agosto, terá início a migração do code.jquery.com, redirecionando (301) para ajax.googleapis.com
Impacto imediato:
*Nenhum
* Redirecionamento ocorrerá com 301 ” Permanent Moved ”
* Versão packed será substituída pela versão minified
Longo Prazo:
* Migrar todos os locais que atualmente usam code.jquery.com para o Google AJAX Libraries API
A documentação completa do Ajax API do Google estão disponíveis em http://code.google.com/apis/ajaxlibs/documentation/index.html.
Links jQuery no Ajax API do Google:
- jquery-latest.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1/jquery.js
- jquery-latest.pack.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1/jquery.min.js
- jquery-latest.min.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1/jquery.min.js
- jquery.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1/jquery.js
- jquery-1.3.2.min.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.3.2/jquery.min.js
- jquery-1.3.2.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.3.2/jquery.js
- jquery-1.3.1.min.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.3.1/jquery.min.js
- jquery-1.3.1.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.3.1/jquery.js
- jquery-1.3.min.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.3/jquery.min.js
- jquery-1.3.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.3/jquery.js
- jquery-1.2.6.min.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.2.6/jquery.min.js
- jquery-1.2.6.pack.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.2.6/jquery.min.js
- jquery-1.2.6.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.2.6/jquery.js
- jquery-1.2.3.min.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.2.3/jquery.min.js
- jquery-1.2.3.pack.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.2.3/jquery.min.js
- jquery-1.2.3.js
- http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.2.3/jquery.js
Documentação alternativa Jquery
Uma excelente página com a documentação da Jquery, fácil de utulizar e com ótimos exemplos.
Se você está iniciando em Jquery ou mesmo que já tenha experiencia, vale a pena conferir.
Se prepare para o PHP 6
Unicode
A sustentação de Unicode no presente pode ser ajustada em a por a base do pedido. Isto iguala a PHP que tem que armazenar Unicode e variants do non-Unicode de nomes da classe, do método e da função nas tabelas de símbolo. No short – usa-se acima de mais recursos. Sua decisão deve fazer o Unicode que ajusta o usuário largo, para não pedir largamente. Unicode de giro fora onde não requerido pode ajudar ao desempenho e citam alguma corda funcionam como sendo até aplicações mais lentas e inteiras de 300% 25% mais lento em conseqüência. A decisão para movê-la para o php.ini em minha mente faz exame do controle away do usuário, e põe-no nas mãos do anfitrião da correia fotorreceptora.
Se você compilar PHP você mesmo ou for responsável para este em seus usuários então você pode ser interessado saber que PHP 6 requererá os libs de ICU (de qualquer maneira se Unicode for desligado sobre ou). O sistema da configuração afiançará para fora se os libs requeridos de ICU não puderem ser encontrados. Em um nutshell, você terá uma outra coisa a instalar se você quiser compilar PHP.
Registo Globals a ir
Diga adeus povos, este está indo finalmente. Será não mais por muito tempo um ajuste da lima do ini, e se encontrado lhe levantar um E_CORE_ERROR, apontá-lo à documentação sobre porque é “bad”. Isto significa que PHP 6 quebrará finalmente todos os certificados da era PHP3 (ou algum certificado usando globals do registro) com nenhum recourse em tudo com exceção de para re-code o. Aquele é um movimento bold(realce), mas needed.
Citações da mágica a ir
A característica mágica das citações de PHP estará indo, e como com globals do registo está indo levantar um E_CORE_ERROR se o ajuste for encontrado em qualquer lugar. Isto afetará magic_quotes, magic_quotes_sybase e magic_quotes_gpc.
Modalidade segura a ir
Isto pode satisfazer os colaboradores que têm os anfitriões da correia fotorreceptora que insistem em cima da modalidade segura! Mas irá agora totalmente, outra vez levantando um E_CORE_ERROR se encontrado. A razão é que aparentemente sentiram que deu ‘ o sinal errado ‘, implicando que fêz PHP seguro, quando o infact ele não em toda vontade do open_basedir (thankfully) seja mantido.
‘ var ‘ ao pseudônimo ‘ público ‘
‘ var usado PHP4 ‘ dentro das classes. PHP5 (em seu movimento de OO) fêz com que isto levantasse um aviso sob E_STRICT. Este aviso será removido em PHP 6 e preferivelmente ‘ o var ‘ significará a mesma coisa que ‘ o público ‘. Este é um movimento agradável mas I se qualquer um atualizar seus certificados para o trabalhar sob E_STRICT em PHP5 será redundante para ele.
Retorne pelo erro da vontade de Referência
Ambos ‘ # = & StdClass() novo ‘ e ‘ o &foo da função ‘ levantarão agora um erro de E_STRICT.
Modalidade do compatbility zend.ze1 a ir
ze1 tentado sempre retê-lo o comportamento PHP4 velho, mas aparentemente “não trabalha 100%” de qualquer maneira, assim que será removido totalmente e jogar um E_CORE_ERROR se detectado.
Freetype 1 e sustentação de GD 1 a ir
A sustentação para ambos estes libs (muito muito velhos) será removida.
o dl() move-se para SAPI somente
Cada SAPI registará o uso desta função como necessário, only os CLI e encaixam SAPIs farão isto de agora sobre. Não estará disponível em outra parte.
FastCGI sempre sobre
O código de FastCGI será limpado acima e permitido sempre para o cgi SAPI, não poderá ser incapacitado.
Disposições longas do registo a ir
Recorde os globals de HTTP_*_VARS do yesteryear? Jorre se você não estão usando já $_get, $_post, etc. – comece fazer assim agora, porque a opção para permitir disposições longas está indo (e jogará um E_CORE_ERROR).
Movimentos da extensão
As extensões de XMLReader e de XMLWriter mover-se-ão na distribuição do núcleo e ser-se-ão sobre optam perto.
A extensão do ereg mover-se-á para PECL (e para ser removido assim de PHP). Isto significa que PCRE não estará permitido ser incapacitado. Isto fará a maneira para a extensão regular nova da expressão baseada em ICU.
O exntesion extremamente útil de Fileinfo mover-se-á na distribuição do núcleo e permitido pelo defeito.
Adições do motor de PHP
64 inteiros do bocado
Um inteiro novo de 64 bocados será adicionado (int64). Não haverá nenhum int32 (se supõe a menos que você especificar int64)
Goto
Nenhum comando ‘ goto ‘ será adicionado, mas o keyword da ruptura será estendido com uma etiqueta de estática – assim que você poderia fazer ‘ o foo da ruptura ‘ e saltará ao foo da etiqueta: em seu código.
ifsetor()
Olha como nós não estaremos vendo este, que é um shame. Mas preferivelmente?: o operador terá ‘ a exigência do parâmetro médio ‘ deixada cair, que os meios você poderiam fazer algo como este: “# = $_get['foo ' ]?: 42;” (isto é se o foo for verdadeiro, $foo igualará 42). Isto deve conservar algum código, mas eu pessoalmente não penso que é como ‘ readable ‘ porque o ifsetor seria.
disposições multi-não ofuscantes do foreach
Esta é uma mudança agradável – você poderá ao foreach através das listas de disposição, isto é. “foreach($a como $k = > list($a, #))”.
{} contra [ ]
Você pode atualmente usar-se {} e [ ] alcançar índices da corda. Mas {} a notação levantará um E_STRICT em PHP5.1 e será ida totalmente em PHP 6. Também [ ] a versão ganhará a funcionalidade do substr e do array_slice diretamente – assim que você poderia fazer “[ 2, ]” para alcançar os caráteres 2 à extremidade, etc.. Muito acessível.
Mudanças de OO
Emperramento De estática
Um keyword novo será criado para permitir o emperramento atrasado da estática – static::static2(), este executarão a avaliação runtime do statics.
Namespaces
Olha como este é ainda undecided – se executam namespaces que estará usando seu estilo somente. Meu conselho? Não prenda sua respiração!
Valores Do retorno Tipo-sugeridos
Embora se decidissem de encontro a permitir propriedades tipo-sugeridas (becaue é “não a maneira de PHP”) que adicionarão a sustentação para valores do retorno tipo-sugeridos, mas têm para decidir-se ainda em uma sintaxe para isto. Mesmo assim, será uma adição agradável.
Chamando funções dinâmicas como a vontade E_FATAL da estática
No momento em que você pode se chamar métodos de estática e dinâmicos, se são de estática ou não. Chamar uma função dinâmica com a sintaxe de estática da chamada levantará um E_FATAL.
Adições a PHP
Apc a estar na distribuição do núcleo
O esconderijo APC do opcode será incluído na distribuição do núcleo de PHP como o padrão, entretanto não será girado sobre o defeito (mas o ter conserva a compilação de contudo uma outra coisa em seu usuário, e os anfitriões da correia fotorreceptora são mais prováveis permitir que seja permitido)
Remendo endurecido de PHP
Este remendo executa um grupo da segurança extra verifica dentro PHP. Ultrapassaram ele e as seguintes mudanças ocorrerão agora dentro de PHP: A proteção de encontro a rachar da resposta do HTTP será incluída allow_url_fopen será rachada em dois: allow_url_fopen e allow_url_include. allow_url_fopen serão permitidos pelo allow_url_include do defeito serão incapacitados pelo defeito.
E_STRICT funde em E_ALL
O wow, este é completamente sério! As mensagens do nível de E_STRICT serão adicionadas a E_ALL pelo defeito. Isto mostra que um movimento marcado pela equipe de PHP educar colaboradores ‘ em mais melhor praticou e indicando avisos do língua-nível no “hey, você o está fazendo a maneira errada”.
Farewell < %
Removerão a sustentação para os Tag do estilo do ASP, mas o Tag do curto-código de PHP remanescerá (<?) – assim àqueles no general do php que contam o curto-Tag são ‘ depreceated ‘ – hah! ; -)
Conclusão
PHP 6 está fazendo exame de um movimento interessante em minha mente – é como se os colaboradores de PHP querem educar agora colaboradores sobre a maneira direita codificar algo, e remove aquelas edições lingering com o “bom você DEVE fazê-lo esta maneira, mas você pode imóvel fá-la a maneira velha”. Este não será o caso mais longo. Removendo totalmente os gostos de globals do registo, as citações da mágica, long disposições, {} índices da corda e as cham-tempo-pass-por-referências forçarão colaboradores a limpar acima de seu código.
Quebrará também um crapload dos certificados além do reparo que não envolve algum reescrever sério. É isto um a coisa má? Eu não penso assim que eu mesmo, mas eu v o fazer o adoption de mais lento PHP 6 uniforme do que aquele de PHP5, que é um shame real. Entretanto têm que pular este obstáculo em algum ponto, e uma vez que o fizeram a progressão às versões futuras deve ser mais rápida.
Texto traduzido de:
Introdução a JSON em PHP
JSON (com a pronuncia djeisón), um acrônimo para “JavaScript Object Notation“, é um formato leve para intercâmbio de dados computacionais. JSON é um subconjunto da notação de objeto de JavaScript, mas seu uso não requer Javascript exclusivamente.
A simplicidade de JSON tem resultado em seu uso difundido, especialmente como uma alternativa para XML em AJAX. Uma das vantagens reivindicadas de JSON sobre XML como um formato para intercâmbio de dados neste contexto, é o fato de ser muito mais fácil escrever um analisador JSON. Em JavaScript mesmo, JSON pode ser analisado trivialmente usando a função eval(). Isto foi importante para a aceitação de JSON dentro da comunidade AJAX devido a presença deste recurso de JavaScript em todos os navegadores web atuais.
Exemplos simples de uso de JSON em PHP5:
json_decode
{'foo-bar'}; // 12345
?>
json_encode
1,'b'=>2,'c'=>3,'d'=>4,'e'=>5); echo json_encode($arr); ?>
XHTML
1. O que é XHTML?
Esta seção é informativa.
XHTML é uma família de módulos e documentos atuais e futuros que reproduzem, englobam e ampliam o HTML 4 [HTML4]. Os documentos da família XHTML são baseados em XML e modernamente têm sido projetados para trabalhar em conjunto com aplicações XML de usuários. Detalhes acerca desta família e da sua evolução são discutidos em: [XHTMLMOD].
XHTML 1.0 (a presente especificação) é o primeiro tipo de documento da família XHTML. É uma reformulação dos três tipos de documentos HTML 4 como aplicações de XML 1.0 [XML]. Foi concebida para ser uma linguagem de conteúdos em conformidade com XML e seguindo algumas diretrizes simples ser também compatível com aplicações de usuários em HTML 4. Desenvolvedores que migrarem seus conteúdos para XHTML 1.0 perceberão os seguintes benefícios:
- documentos XHTML estão em conformidade com XML. Como consequência serão lidos, visualizados, editados e validados com as ferramentas estandares do XML.
- documentos XHTML podem ser escritos para operar tão bem ou melhor do que o faziam, tanto em aplicações de usuário existentes conforme HTML 4 como com as modernas aplicações de usuário conforme XHTML 1.0.
- documentos XHTML podem utilizar-se de aplicações (por exemplo, scripts e applets) baseadas em HTML ou XML Modelo Objeto de Documento [ DOM ].
- Com a evolução da família XHTML, os documentos em conformidade com XHTML 1.0 estarão capacitados a interagir com e entre os variados ambientes XHTML.
A família XHTML é o próximo degrau na evolução da Internet. Migrando para XHTML os desenvolvedores de conteúdo estarão entrando no mundo XML com todos seus benefícios assegurando para seus conteúdos a compatibilidade com aplicações passadas e futuras
1.1. O que é HTML 4 ?
HTML 4 [HTML4] é uma aplicação SGML (Standard Generalized Markup Language) em conformidade com a International Standard ISO 8879, e está mundialmente reconhecida como a linguagem padrão para publicação World Wide Web.
SGML é uma linguagem para descrever linguagem de marcação, particularmente aquela linguagem utilizada para troca, gerenciamento e publicação eletrônica de documentos. HTML é um exemplo de linguagem definida em SGML.
SGML tem sido usada, desde os meados dos anos 80 e tem permanecido uma linguagem estável. Está estabilidade deve-se ao fato de SGML ser ao mesmo tempo diversificada e flexível. Contudo esta flexibilidade tem seu prêço, e o preço está no alto nível de complexidade da linguagem, o que tem inibido sua adoção em diversos ambientes, incluindo aí a World Wide Web.
HTML, foi concebida originariamente para ser uma linguagem destinada ao tráfego de documentos de caráter científico e técnico, adaptada para ser usada por não especialistas naqueles tipos de documentos. HTML contorna o problema da complexidade do SGML especificando um pequeno conjunto de tags com características estruturais e semânticas adaptadas para gerenciar documentos relativamente simples. Além de simplicar a estrutura dos documentos HTML adicionou suporte para HiperTexto. As facilidades de multi-mídia foram acrescidas posteriormente.
Em um espaço de tempo muito pequeno HTML tornou-se mundialmente popular e rapidamente ultrapassou seus propósitos iniciais. Desde os primórdios do HTML, tem sido inventados novos elementos tanto para uso com o HTML (como padrão) quanto para adaptações HTML, para atender a um mercado vertical altamente especializado. Esta proliferação de novos elementos trouxe consigo problemas de interoperabilidade dos documentos web com as diversas plataformas.
1.2. O que é XML?
XML™ é uma abreviação para Extensible Markup Language [XML].
XML foi concebida como uma maneira de resgatar a potencialidade e flexibilidade do SGML sem a sua complexidade. Embora sendo uma forma restrita de SGML, XML ainda assim, conserva todo o poder e riqueza das características do SGML.
XML conserva as características do SGML ao mesmo tempo que descarta aquelas mais complexas que tornavam a criação e projeto de programas adaptados, mais difícil e dispendiosa.
1.3. Qual a necessidade de XHTML?
Os benefícios da migração para XHTML 1.0 foram acima descritos. Alguns benefícios gerais a mais são:
- Desenvolvedores de documentos e projetistas de aplicações de usuários estão constantemente descobrindo novos caminhos para expressar suas idéias com utilizaçãode novas marcações. Em XML, é relativamente simples criar novos elementos e novos atributos. A família XHTML está projetada de modo a acomodar estas extensões dentro dos módulos XHTML e de técnicas para desenvolver novos módulos de conformidade com XHTML (a serem descritos nas futuras especificações de modularização XHTML). estes módulos permitirão a integração das facilidades existentes com as facilidades futuras ao projetar-se novas aplicações de conteúdos e de usuários.
- Modos alternativos de acesso a internet estão sendo introduzidos constantemente. A família XHTML foi concebida tendo em mente a interoperabilidade com as aplicações de usuários gerais. Através de um novo mecanismo de definição das aplicações de usuários e de documentos, os servidores, proxies, e aplicações de usuário estarão capacitados a uma melhor transformação de conteúdos. Por fim, será possível desenvolver conteúdos em conformidade com XHTML que sejam compatíveis com qualquer aplicação de usuário XHTML conforme.
2. Definições
Esta seção é normativa.
2.1. Terminologia
Os termos a seguir são usados nesta especificação. estes termos estendem as definições em [RFC2119] baseados em definições similares conforme as ISO/IEC 9945-1:1990 [POSIX.1]:
- May (pode)
- Do ponto de vista das aplicações a palavra “may” (pode) deve ser interpretada como uma facilidade opcional não obrigatória segundo esta especificação, mas que pode ser fornecida. Com respeito aos Requisitos de conformidades para documentos a palavra “may” significa que a facilidade nao deve ser usada, O termo “optional” tem o mesmo significado da “may”.
- Must (deve)
- Nesta especificação a palavra “must” (deve) tem o significado de uma determinação obrigatória quer seja para aplicações ou para documentos “strict” conformes com a especificação, dependendo do contexto. O termo “shall” (deverá) tem o mesmo significado de “must” (deve).
- Opcional
- Ver “May”.
- Reserved (reservado)
- Um valor ou comportamento não especificado e não permitido em documentos conforme e nem suportado por aplicações de usuários conformes.
- Shall
- Ver “Must”.
- Should (deveria)
- Com respeito as aplicações a palavra “should” (deveria) deve ser interpretada como uma recomendação de implementação e não como um requisito. Com respeito aos documentos a palavra “should” (deveria) deve ser interpretada como uma prática de programação recomendada para documentos em geral e um requisito para documentos XHTML “strict” conformes em particular.
- Supported (suportados)
- Algumas facilidades nesta especificação são opcionais. Se uma facilidade é suportada por uma aplicação, ela se comporta segundo os padrões aqui especificados.
- Unspecified (não especificada)
- Um valor ou comportamento não está especificado, quando as especificações não definem os requisitos de portabilidade para aquela facilidade ou aplicação mesmo quando ela interage com um documento que as utilize. Um documento que requeira um comportamento específico em determinada situação ao invés de tolerar qualquer comportamento quando usar a facilidade, não é um documento XHTML “strict” conforme.
2.2.Termos Gerais
- Attribute (atributo)
- Um atributo é um parâmetro de um elemento declarado nas DTD. O tipo do atributo e sua faixa de valores, incluindo um possível valor “default” se define nas DTD.
- DTD
- DTD, é a sigla para “Documento Type Definition” (definição do tipo de documento), e trata-se de uma coleção de declarações de marcação XML que definem a estrutura legal dos elementos, e atributos que estão disponíveis para uso em documentos que cumpram as DTD.
- documento (documento)
- Um documento é um encadeamento de dados que após serem combinados com outros encadeamentos, aos quais se referenciem, resultam em uma estrutura capaz de transmitir informações contidas em elementos qua são organizados segundo especificado na correspondente DTD. Ver Requisitos de conformidades para documentos para maiores informações.
- Element (elementos)
- Um elemento é uma unidade estrutural de um documento, devidamente declarado nas DTD. O modêlo de conteúdo dos elementos está definido na DTD e um significado adicional pode ser definido em uma descrição comentada do elemento.
- Facilities (facilidades)
- Facilidades são elementos, atributos e a sintaxe associada a eles.
- Implementation (implementação)
- Ver User Agent (aplicação de usuário).
- Parsing
- Parsing (análise) é ato segundo o qual um documento é escaneado (“varrido”), e como a informação contida no documento é filtrada no contexto dos elementos através dos quais a informação foi estruturada.
- Rendering
- Rendering (renderização) é o ato por meio do qual é apresentada a informação contida em um documento. Esta apresentação é feita da maneira mais apropriada ao ambiente – tipo de mídia – (por exemplo, auditivamente, visualmente, para impressão).
- User Agent (aplicação de usuário)
- Aplicação de usuário é o sistema que processa os documentos XHTML em conformidade com estas especificações. Ver Requisitos de conformidades para aplicações de usuários para maiores informações
- Validation (validação)
- Validação é o processo pelo qual os documentos com base na sua Declaração de Tipo de Documento, DTD são verificados, assegurando-se que sua estrutura, elementos, e atributos são consistentes com as DTD declaradas.
- Well-formed (bem formados)
- Um documento diz-se bem formado quando está estruturado de acordo com as regras definidas na Seção 2.1 das Recomendações para XML 1.0 [ XML ].
Seletores CSS 3
| Selector type | Pattern | Description |
|---|---|---|
| Seletor para sub string de atributo | E[att^="val"] | Casa com qualquer elemento E cujo valor do atributo att começa com “val”. |
| Seletor para sub string de atributo | E[att$="val"] | Casa com qualquer elemento E cujo valor do atributo att termina com “val”. |
| Seletor para sub string de atributo | E[att*="val"] | Casa com qualquer elemento E cujo valor do atributo att contenha a sub string “val”. |
| Pseudo classe estrutural | E:root | Casa com o elemento raiz do documento. Em HTML o elemento raiz é sempre o elemento HTML. |
| Pseudo classe estrutural | E:nth-child(n) | Casa com qualquer elemento E que seja o n-th (enésimo) filho do elemento pai. |
| Pseudo classe estrutural | E:nth-last-child(n) | Casa com qualquer elemento E que que seja o n-th (enésimo) filho do elemento pai, a contar do último filho. |
| Pseudo classe estrutural | E:nth-of-type(n) | Casa com qualquer elemento E que seja o n-th (enésimo) elemento irmão do seu tipo. |
| Pseudo classe estrutural | E:nth-last-of-type(n) | Casa com qualquer elemento E que seja o n-th (enésimo) elemento irmão do seu tipo, a contar do último filho |
| Pseudo classe estrutural | E:last-child | Casa com qualquer elemento E que seja o último filho do elemento pai. |
| Pseudo classe estrutural | E:first-of-type | Casa com qualquer elemento E que seja o primeiro elemento irmão do seu tipo. |
| Pseudo classe estrutural | E:last-of-type | Casa com qualquer elemento E que seja o último elemento irmão do seu tipo. |
| Pseudo classe estrutural | E:only-child | Casa com qualquer elemento E que seja o único filho do elemento pai. |
| Pseudo classe estrutural | E:only-of-type | Casa com qualquer elemento E que seja o único elemento irmão do seu tipo. |
| Pseudo classe estrutural | E:empty | Casa com qualquer elemento E que não tenha filhos (incluindo os nós de texto). |
| Pseudo classe :target | E:target | Casa com um elemento E que seja o destino da URL. |
| Pseudo classe estado de elemento de UI | E:enabled | Casa com qualquer elemento E de interface de usuário (um controle de formulário) e que esteja habilitado (enabled). |
| Pseudo classe estado de elemento de UI | E:disabled | Casa com qualquer elemento E de interface de usuário (um controle de formulário) que esteja desabilitado (disabled). |
| Pseudo classe estado de elemento de UI | E:checked | Casa com qualquer elemento E de interface de usuário (um controle de formulário) que esteja marcado (checked). |
| Pseudo-elemento fragmentos de elemento de UI | E::selection | Casa com a parte de qualquer elemento E que tenha sido selecionado ou destacado pelo usuário. |
| Pseudo classe negação | E:not(s) | Casa com qualquer elemento E que não case com o seletor simples s. |
| Elemento de combinação irmão em geral | E ~ F | Casa com qualquer elemento F que seja precedido pelo elemento E. |
Não se preocupe se a tabela acima parecer confusa. Cada um dos seletores listados será descrito com detalhes e exemplos de uso serão mostrados neste artigo.
Seletores para sub string de atributo
Este é um novo grupo de seletores que possibilita aos desenvolvedores usar sub strings de um atributo para casar o seletor com um elemento.
Suponha a seguinte estrutura de marcação HTML em um documento:
- <div id=”nav-primary”></div>
- <div id=”content-primary”></div>
- <div id=”content-secondary”></div>
- <div id=”tertiary-content”></div>
- <div id=”nav-secondary”></div>
Com o uso do seletor para sub strings de atributo você pode casar combinações das partes estruturais do documento.
A regra a seguir define uma cor de fundo para todos os elementos DIV que tenha seu nome de ID iniciado por “nav”:
- div[id^="nav"] { background:#ff0; }
Para este nosso exemplo o seletor casa com div#nav-primary e div#nav-secondary.
Para casar com os elementos DIV que tenham seu nome de ID terminado por “primary” você poderia usar a seguinte regra:
- div[id$="primary"] { background:#ff0; }
Agora o seletor casa com div#nav-primary e div#content-primary.
A regra a seguir define uma cor de fundo para todos os elementos DIV que contenha no seu nome de ID a sub string “content”:
- div[id*="content"] { background:#ff0; }
Os elementos casados por esta regra são div#content-primary, div#content-secondary, and div#tertiary-content.
Os seletores para sub string de atributo são atualmente suportados pelas últimas versões dos navegadores Mozilla, Firefox, Flock, Camino, Safari, OmniWeb, e Opera, assim se eles não se destinarem ao Internet Explorer poderemos desde já usá-los.
A pseudo classe :target
Considere URLs com link para um fragmento identificador (um sinal tralha “#”, seguido por um nome de âncora ou uma ID de um elemento) apontando para um determinado elemento dentro do próprio documento. O elemento para o qual a URL aponta é o destino (target) e a pseudo classe :target possibilita casar aquele elemento. Se a URL não contém um fragmento identificador a pseudo classe :target não casa com qualquer elemento (NT: não funciona).
Conside a estrutura HTML mostrada nop exemplo anterior. A regra a seguir coloca uma linha de destaque (outline) em volta da div#content-primary quando a URL contiver este fragmento identificador:
- div#content-primary:target { outline:1px solid #300; }
Um exemplo de URL contendo o fragmento identificador mencionado é:
http://www.example.com/index.html#content-primary.
A pseudo classe :target é atualmente suportada por navegadores baseados em Mozilla e Safari.
Pseudo classe estado de elemento de UI
As pseudo classes :enabled e :disabled
As pseudo classes :enabled e :disabled permite aos desenvolvedores controlar a aparência de elementos da interface do usuário (controle de formulários) que estejam habilitados ou desabilitados (enabled ou disabled) em navegadores que permitem estilizar formulários. As seguintes regras definem cores de fundo distintas para inputs de textos dependendo de estarem habilitados ou desabilitados:
- input[type="text"]:enabled { background:#ffc; }
- input[type="text"]:disabled { background:#ddd; }
A pseudo classe :checked
A pseudo classe :checked permite aos desenvolvedores controlar a aparência dos elementos radio e elementos checkbox. Novamente, em navegadores que permitem estilizar formulários. A regra CSS a seguir define uma borda verde para os elementos radio e checkbox que estiverem marcados (checked):
- input:checked { border:1px solid #090; }
A pseudo classe estado de elemento UI é atualmente suportada por navegadores Opera e navegadores baseados em Mozilla.
Covém notar que muitos navegadores limitam ou restringem aos desenvolvedores as possibilidades de introduzir modificações na aparência dos controles de formulários. Para saber mais sobre estas restrições leia meu artigo Styling form controls e Styling even more form controls.
Pseudo classes estruturais
As pseudo classes estruturais permitem aos desenvolvedores casar elementos baseados em informações disponíveis na árvore do documento e que não possam ser casados por seletores simples ou seletores combinados. As pseudo classes estruturais são poderosas mas, infelizmente os navegadores atuais suportam algumas poucas destas pseudo classes.
A pseudo classe :root
A pseudo classe :root casa com o elemento raiz do documento. Em HTML o elemento raiz é sempre o elemento HTML. As regras de estilo mostradas a seguir são idênticas (bem, quase idênticas- :root tem uma especificidade maior que html):
- :root { background:#ff0; }
- html { background:#ff0; }
A pseudo classe :root é atualmente suportada por navegadores baseados em Mozilla e Safari.
A pseudo classe :nth-child()
A pseudo classe :nth-child() casa um elemento que tenha um certo número de elemento irmão anteriores na árvore do documento. O argumento a ser colocado dentro do parênteses, no seletor, pode ser um número, uma palavra-chave (keyword) ou uma fórmula.
Um number n casa o enésimo filho. A regra a seguir aplica-se a todos os parágrafos que sejam o terceiro filho de seu elemento pai:
- p:nth-child(3) { color:#f00; }
As palavras-chave (keywords) odd e even podem ser usadas para casar elementos filhos cuja posição índice seja ímpar ou par. A posição índice do primeiro filho é 1. A regra a seguir casa qualquer elemento p que seja o primeiro, terceiro, quinto, etc. filho do seu elemento pai:
- p:nth-child(odd) { color:#f00; }
A regra a seguir casa qualquer elemento p que seja o segundo, quarto, sexto, etc. filho do seu elemento pai:
- p:nth-child(even) { color:#f00; }
A fórmula an + b pode ser usada para criar repetições mais complexas. Na fórmula a representa o tamanho de um ciclo, n é um contador que começa em 0 (zero) e b representa um valor a ser somado para determinar a primeira interação. Todos os valores são inteiros. Fica mais fácil entender como funciona este seletor quando examinamos alguns exemplos. Então, vamos aos exemplos.
A regra a seguir casa qualquer elemento p cuja posição índice seja um múltiplo de 3. Na primeira regra b é igual a (zero) é pode ser omitido, como foi feito na segunda regra:
- p:nth-child(3n+0) { color:#f00; }
- p:nth-child(3n) { color:#f00; }
O valor a ser somado para determinar a primeira interação pode ser usado para definir em qual filho a regra deve começar a ser aplicada. Se você tem uma tabela com 20 linhas e deseja que cada linha ímpar a partir da décima linha tenha uma cor de fundo diferente, você pode usar a seguinte regra:
- tr:nth-child(2n+11) { background:#ff0; }
Uma vez que n começa em 0 (zero), o primeiro elemento tr a ser casado é o 11º. O seguinte é o 13º., a seguir o 15º. e assim por diante.
Para maiores detalhes ver a seção :nth-child() pseudo-class das especificações para CSS 3.
E o suporte dos navegadores para estes utilíssimos seletores? Nada bom. Tudo que eu sei é que nenhum navegador suporta este ou qualquer outro seletor “nth”. Por favor, corrija-me se eu estiver errado.
A pseudo classe :nth-last-child()
A pseudo classe :nth-last-child() funciona de maneira semelhante a pseudo classe :nth-child() exceto pelo fato de que ela casa um elemento que tenha um certo número de elemento irmão posteriores na árvore do documento. Em outras palavras, a contagem inicia-se no último filho e de trás para frente. A regra a seguir casa o penúltimo (segundo de trás para frente) elemento tr de uma tabela:
- tr:nth-last-child(2) { background:#ff0; }
A pseudo classe :nth-last-child() não é suportada atualmente por qualquer navegador.
A pseudo classe :nth-of-type()
A pseudo classe :nth-of-type() funciona de maneira semelhante a pseudo classe :nth-child(), mas somente leva em consideração elementos do mesmo tipo do elemento ao qual a regra se aplica. A regra a seguir casa qualquer elemento p que seja o terceiro filho do seu elemento pai:
- p:nth-of-type(3) { background:#ff0; }
Este seletor é útil quando você quer ter certeza que está casando o terceiro elemento p. À primeira vista você poderá pensar que não há diferença com o seletor nth-child, contudo :nth-child(3) considera todos os elementos irmãos na sua contagem e assim sendo, o resultado será diferente a menos que todos os elementos irmãos de p sejam também elementos p.
A pseudo classe :nth-of-type() não é suportada atualmente por qualquer navegador.
A pseudo classe :nth-last-of-type()
A pseudo classe :nth-last-of-type() casa um elemento que tem um certo número de elementos irmãos do mesmo tipo após na árvore do documento. Assim como a pseudo classe :nth-last-child() o começo da contagem é a partir do último filho e a contagem faz-se de trás para frente. A regra a seguir casa cada penúltimo elemento irmão do tipo p:
- p:nth-last-of-type(2) { background:#ff0; }
A pseudo classe :nth-last-of-type() não é suportada atualmente por qualquer navegador.
A pseudo classe :last-child
A pseudo classe :last-child casa um elemento que é o último filho do seu elemento pai.
É o mesmo que :nth-last-child(1). A regra a seguir casa todos os elementos p que são o último filho do seu elemento pai:
- p:last-child { background:#ff0; }
A pseudo classe :last-child funciona em navegadores baseados em Mozilla. Não é suportada pelo Ópera é apresenta bug no Safari (a regra acima casa todos os elementos p contidos no documento). Surpreendentemente funciona no navegador OmniWeb (testado na versão 5.1.1), ainda que este navegador seja baseado no Safari. Isto pode ter sido causado por uma regressão na última versão do WebKit da Apple, uma vez que OmniWeb é usualmente lançado como uma versão antiga do WebKit que é usado pelo Safari.
A pseudo classe :first-of-type
A pseudo classe :first-of-type casa um elemento que é o primeiro irmão do seu tipo. É o mesmo que :nth-of-type(1).
- p:first-of-type { background:#ff0; }
A pseudo classe :first-of-type não é suportada atualmente por qualquer navegador.
A pseudo classe :last-of-type
A pseudo classe :last-of-type casa um elemento que é o último irmão do seu tipo. É o mesmo que :nth-last-of-type(1).
- p:last-of-type { background:#ff0; }
A pseudo classe :last-of-type não é suportada atualmente por qualquer navegador.
A pseudo classe
nly-child
A pseudo classe
nly-child casa um elemento que é filho único de seu elemento pai. É o mesmo que (mas com um especificidade menor) :first-child:last-child ou :nth-child(1):nth-last-child(1).
- p:only-child { background:#ff0; }
A pseudo classe
nly-child funciona em navegadores baseados em Mozilla. Safari interpreta este seletor de modo semelhante a :first-child (No Safari a regra acima casa todos os elementos p contidos no documento que sejam o primeiro filho de seu elemento pai).
A pseudo classe
nly-of-type
A pseudo classe
nly-of-type casa um elemento cujo elemento pai não tenha outro filho do mesmo tipo. whose parent element has no other children of the same element type. É o mesmo que (mas com um especificidade menor) :first-of-type:last-of-type ou :nth-of-type(1):nth-last-of-type(1).
- p:only-of-type { background:#ff0; }
A pseudo classe
nly-of-type não é suportada atualmente por qualquer navegador.
A pseudo classe :empty
A pseudo classe :empty casa um elemento que não tenha filhos. Estão incluidos nós de textos e assim sendo, nos elementos a seguir somente o primeiro não tem filhos:
- <p></p>
- <p>Text</p>
- <p><em></em></p>
A seguinte regra casa o primeiro elemento mostrado nos exemplos acima:
- p:empty { background:#ff0; }
A pseudo classe :empty é atualmente suportada por navegadores baseados em Mozilla. Safari erroneamente aplica a regra para todos os elementos do tipo do elemento a casar.
A pseudo classe negação
A pseudo classe negação, escreve-se :not(s), usa um elemento simples como argumento. Casa todos os elementos que não sejam o elemento definido pelo simples seletor. Por exemplo: a regra a seguir casa todos os elementos que não sejam o elemento p:
- :not(p) { border:1px solid #ccc; }
A pseudo classe negação é atualmente suportada por navegadores baseados em Mozilla e Safari.
O pseudo-elemento ::selection
O pseudo-elemento ::selection casa com a parte de qualquer elemento E que tenha sido selecionado ou destacado pelo usuário. Um possível uso para este seletor poderia ser o controle da aparência de um texto que tenha sido selecionado.
Algumas poucas propriedades CSS aplicam-se ao pseudo-elemento ::selection: color, background, cursor e outline.
A regra a seguir define a cor vermelha para uma seleção no docuemnto:
- ::selection { color:#f00; }
O pseudo-elemento ::selection funciona atualmente em navegadores baseados em Safari. O comportamento do Safari para este seletor é inconsistente e precisa de correções. Os navegadores baseados em Mozilla suportam este seletor se for usado o prefixo -moz- assim: ::-moz-selection. O prefixo será eventualmente removido para uso no Mozilla.
Elemento de combinação irmão em geral
O elemento de combinação irmão em geral consiste de dois seletores simples separados por um sinal de “til” (~). Este seletor casa ocorrências do segundo elemento seletor simples que sejam precedidos pelo primeiro elemento seletor simples. Ambos os elementos devem ter o mesmo elemento pai, mas o segundo elemento não precisa seguir-se imediatamente após o primeiro. A regra a seguir casa elementos ul que são precedidos por um elemento p e que tenham o mesmo elemento pai:
- p ~ ul { background:#ff0; }
O elemento de combinação irmão em geral é atualmente suportado pelo Ópera e por navegadores baseados em Mozilla.
240 plugins Jquery
jQuery é com certaza a melhor biblioteca javascript que existe atualmente, fácil curva de aprendizagem e excelentes plugins para desenvolver qualquer coisa que precisarmos. Segue ai uma lista com 240 plugins. Se alguem souber de algum que não está na lista é só comentar.
File upload
Ajax File Upload
jQUploader
Multiple File Upload plugin
jQuery File Style
Styling an input type file
Progress Bar Plugin
Form Validation
jQuery Validation
Auto Help
Simple jQuery form validation
jQuery XAV – form validations
jQuery AlphaNumeric
Masked Input
TypeWatch Plugin
Text limiter for form fields
Ajax Username Check with jQuery
Form – Select Box stuff
jQuery Combobox
jQuery controlled dependent (or Cascadign) Select List
Multiple Selects
Select box manipulation
Select Combo Plugin
jQuery – LinkedSelect
Auto-populate multiple select boxes
Choose Plugin (Select Replacement)
Form Basics, Input Fields, Checkboxes etc.
jQuery Form Plugin
jQuery-Form
jLook Nice Forms
jNice
Ping Plugin
Toggle Form Text
ToggleVal
jQuery Field Plugin
jQuery Form’n Field plugin
jQuery Checkbox manipulation
jTagging
jQuery labelcheck
Overlabel
3 state radio buttons
ShiftCheckbox jQuery Plugin
Watermark Input
jQuery Checkbox (checkboxes with imags)
jQuery SpinButton Control
jQuery Ajax Form Builder
jQuery Focus Fields
jQuery Time Entry
Time, Date and Color Picker
jQuery UI Datepicker
jQuery date picker plugin
jQuery Time Picker
Time Picker
ClickPick
TimePicker
Farbtastic jQuery Color Picker Plugin
Color Picker by intelliance.fr
Rating Plugins
jQuery Star Rating Plugin
jQuery Star Rater
Content rater with asp.net, ajax and jQuery
Half-Star Rating Plugin
Search Plugins
Autocomplete Box
jQuery Suggest
jQuery Autocomplete
jQuery Autocomplete Mod
jQuery Autocomplete by AjaxDaddy
jQuery Autocomplete Plugin with HTML formatting
jQuery Autocompleter
AutoCompleter (Tutorial with PHP&MySQL)
quick Search jQuery Plugin
Inline Edit & Editors
jTagEditor
WYMeditor
jQuery jFrame
Jeditable – edit in place plugin for jQuery
jQuery editable
jQuery Disable Text Select Plugin
Edit in Place with Ajax using jQuery
jQuery Plugin – Another In-Place Editor
TableEditor
tEditable – in place table editing for jQuery
Audio, Video, Flash, SVG, etc
jMedia – accessible multi-media embedding
JBEdit – Ajax online Video Editor
jQuery MP3 Plugin
jQuery Media Plugin
jQuery Flash Plugin
Embed QuickTime
SVG Integration
jQuery Multimedia Portfolio
jQuery YouTube Plugin
Photos/Images/Galleries
ThickBox
jQuery lightBox plugin
jQuery FancyBox
jQuery Multimedia Portfolio
jQuery Image Strip
jQuery slideViewer
jQuery jqGalScroll 2.0
jQuery – jqGalViewII
jQuery – jqGalViewIII
jQuery Photo Slider
jQuery Thumbs – easily create thumbnails
jQuery jQIR Image Replacement
jCarousel Lite
jQPanView
jCarousel
Interface Imagebox
Image Gallery using jQuery, Interface & Reflactions
simple jQuery Gallery
jQuery Gallery Module
EO Gallery
jQuery ScrollShow
jQuery Cycle Plugin
jQuery Flickr
jQuery Lazy Load Images Plugin
Zoomi – Zoomable Thumbnails
jQuery Crop – crop any image on the fly
Image Reflection
Google Map
jQuery Plugin googlemaps
jMaps jQuery Maps Framework
jQmaps
jQuery & Google Maps
jQuery Maps Interface forr Google and Yahoo maps
jQuery J Maps – by Tane Piper
Games
Tetris with jQuery
jQuery Chess
Mad Libs Word Game
jQuery Puzzle
jQuery Solar System (not a game but awesome jQuery Stuff)
jQuery Memory
Tables, Grids etc.
UI/Tablesorter
jQuery ingrid
jQuery Grid Plugin
Table Filter – awesome!
TableEditor
jQuery Tree Tables
Expandable “Detail” Table Rows
Sortable Table ColdFusion Costum Tag with jQuery UI
jQuery Bubble
TableSorter
Scrollable HTML Table
jQuery column Manager Plugin
jQuery tableHover Plugin
jQuery columnHover Plugin
jQuery Grid
TableSorter plugin for jQuery
tEditable – in place table editing for jQuery
jQuery charToTable Plugin
jQuery Grid Column Sizing
jQuery Grid Row Sizing
Charts, Presentation etc.
Flot
jQuery Wizard Plugin
jQuery Chart Plugin
Bar Chart
Accessible Charts using Canvas and jQuery
Border, Corners, Background
jQuery Corner
jQuery Curvy Corner
Nifty jQuery Corner
Transparent Corners
jQuery Corner Gallery
Gradient Plugin
Text and Links
jQuery Spoiler plugin
Text Highlighting
Disable Text Select Plugin
jQuery Newsticker
Auto line-height Plugin
Textgrad – a text gradient plugin
LinkLook – a link thumbnail preview
pager jQuery Plugin
shortKeys jQuery Plugin
jQuery Biggerlink
jQuery Ajax Link Checker
Chili jQuery code highlighter plugin
jScroller
Tooltips
jQuery Plugin – Tooltip
jTip – The jQuery Tool Tip
clueTip
BetterTip
Flash Tooltips using jQuery
ToolTip
Menus, Navigations
jQuery Tabs Plugin – awesome! [demo nested tabs]
another jQuery nested Tab Set example (based on jQuery Tabs Plugin)
jQuery idTabs
jdMenu – Hierarchical Menu Plugin for jQuery
jQuery SuckerFish Style
jQuery Plugin Treeview
treeView Basic
FastFind Menu
Sliding Menu
Lava Lamp jQuery Menu
jQuery iconDock
jVariations Control Panel
ContextMenu plugin
clickMenu
CSS Dock Menu
jQuery Pop-up Menu Tutorial
Sliding Menu
Accordions, Slide and Toggle stuff
jQuery Plugin Accordion
jQuery Accordion Plugin Horizontal Way
haccordion – a simple horizontal accordion plugin for jQuery
Horizontal Accordion by portalzine.de
HoverAccordion
Accordion Example from fmarcia.info
jQuery Accordion Example
jQuery Demo – Expandable Sidebar Menu
Sliding Panels for jQuery
jQuery ToggleElements
Coda Slider
jCarousel
Accesible News Slider Plugin
Showing and Hiding code Examples
jQuery Easing Plugin
jQuery Portlets
AutoScroll
Innerfade
CodaSlider
Drag and Drop
UI/Draggables
EasyDrag jQuery Plugin
jQuery Portlets
jqDnR – drag, drop resize
Drag Demos
XML XSL JSON Feeds
XSLT Plugin
jQuery Ajax call and result XML parsing
xmlObjectifier – Converts XML DOM to JSON
jQuery XSL Transform
jQuery Taconite – multiple Dom updates
RSS/ATOM Feed Parser Plugin
jQuery Google Feed Plugin
Browserstuff
Wresize – IE Resize event Fix Plugin
jQuery ifixpng
jQuery pngFix
Link Scrubber – removes the dotted line onfocus from links
jQuery Perciformes – the entire suckerfish familly under one roof
Background Iframe
QinIE – for proper display of Q tags in IE
jQuery Accessibility Plugin
jQuery MouseWheel Plugin
Alert, Prompt, Confirm Windows
jQuery Impromptu
jQuery Confirm Plugin
jqModal
SimpleModal
CSS
jQuery Style Switcher
JSS – Javascript StyleSheets
jQuery Rule – creation/manipulation of CSS Rules
jPrintArea
DOM, Ajax and other jQuery plugins
FlyDOM
jQuery Dimenion Plugin
jQuery Loggin
Metadata – extract metadata from classes, attributes, elements
Super-tiny Client-Side Include Javascript jQuery Plugin
Undo Made Easy with Ajax
JHeartbeat – periodically poll the server
Lazy Load Plugin
Live Query
jQuery Timers
jQuery Share it – display social bookmarking icons
jQuery serverCookieJar
jQuery autoSave
jQuery Puffer
jQuery iFrame Plugin
Cookie Plugin for jQuery
jQuery Spy – awesome plugin
Effect Delay Trick
jQuick – a quick tag creator for jQuery
Metaobjects
elementReady
Fonte: http://www.kollermedia.at
